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Primeiro album do grupo "D3" vai ser apresentado em Maio
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O trio “Eddie 7”, “Mestre Ara” e “Índio” vai apresentar, na segunda semana de Maio, no Parque da Independência, o seu primeiro trabalho discográfico intitulado “2010”. Depois de terem apresentado o single promocional “Gota de água”, em 2007, o trio já está a preparar uma sessão de venda e autógrafos do CD, que vai ser comercializado a mil kwanzas, acompanhado de ofertas promocionais. Milton Silva, “Eddie 7”, disse ao Jornal de Angola que o disco levou aproximadamente três anos a ser produzido e foi totalmente gravado no país, mas editado em França. “Depois do primeiro trabalho promocional, pretendemos agora apresentar um trabalho mais diversificado, porque o grupo já se sente mais fortalecido e amadurecido vocalmente”, adiantou. O disco “2010” foi produzido nos estúdios “B. Max” e tem arranjos musicais de Shorty Bang. A edição é da responsabilidade da “S.R Produções”e conta com a participação dos músicos Massoxi Max, a direcção artística e composição de Cláudia e Livongh, da Banda Voca. Com 12 faixas, o grupo experimenta um novo estilo, o zouk love e uma fusão de rap, estilos que pretendem transformar na sua marca, virada em especial para os instrumentais modernos. “Neste primeiro disco tentámos diversificar e explorar ao máximo os estilos zouk e rap, porque são dos mais consumidos pela juventude”, explica Milton Silva. O álbum inclui temas como “Help”, que faz parte do vídeoclipe “So Much love”, e “Juramento”. “Mestre Ara”, outro elemento do grupo, acrescentou que foram usados dois critérios para a inovação do disco, entre os quais a composição de letras baseadas em assuntos voltados para os relacionamentos amorosos. Além disso, o propósito é dar ao CD a devida qualidade para ser consumido entre os jovens. “O que mais nos interessa é tornar o produto duradouro e consumível pelos jovens, já que eles são o nosso principal alvo”, revelou. José António “Índio” explicou que o disco conta histórias reais e fictícias do quotidiano e tem temas que reflectem sobre aspectos culturais e o respeito pelo património público.“Tentamos fazer do disco uma obra para todas as idades e a ser explorada ao máximo, particularmente nesta altura em que a música angolana está a crescer com o surgimento de novos valores”, disse.
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